Teu destino não está na palma da tua mão
Senão nas linhas de tua testa
Grandes arestas
De tuas observações de mundo
Vê o âmago das almas
O cerne das plantas
Isso me espanta
Mas se isso te encanta
Quem sou eu para negar
O que de mim pôde tirar
Só com a mirada daquela noite
Que afoite
Já sabia tudo
Por trás dos olhos cerrados
Manteve a boca fechada
Como se viesse da invernada
Te espero colher as sementes
Te assisto bem paciente
Aqui do outro lado do mapa
Há um pampa ou uma mata
Uma represa velejável
Do sonho guardado na manga
Te ajudo nessa façanha
Só pra ver você sorrir
Aí serei eu que observarei
Sem testemunhas e nem platéia
A graça que está por vir
Serei eu então
Artesão de memórias
Da mais bonita história
Que o tempo fez permitir
Senão nas linhas de tua testa
Grandes arestas
De tuas observações de mundo
Vê o âmago das almas
O cerne das plantas
Isso me espanta
Mas se isso te encanta
Quem sou eu para negar
O que de mim pôde tirar
Só com a mirada daquela noite
Que afoite
Já sabia tudo
Por trás dos olhos cerrados
Manteve a boca fechada
Como se viesse da invernada
Te espero colher as sementes
Te assisto bem paciente
Aqui do outro lado do mapa
Há um pampa ou uma mata
Uma represa velejável
Do sonho guardado na manga
Te ajudo nessa façanha
Só pra ver você sorrir
Aí serei eu que observarei
Sem testemunhas e nem platéia
A graça que está por vir
Serei eu então
Artesão de memórias
Da mais bonita história
Que o tempo fez permitir
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