Tirei o baralho
De quem sempre deu as cartas
Crupiê melindre
Mágico mandraque
Amigo de araque
Gato de madrugada virando a lata do lixo
Botando os bigodes em todos os cantos
Ajoelhando-se para todos os santos
Na música dos solitários
Sou maestro da orquestra
Não tire o que me resta
Lágrimas, suor ou pão
O carteado agora está na minha mão
Lanço-o às estrelas no céu silencioso
Lembro das horas barulhentas
Guardo algumas risadas
Tomo novamente o rumo na estrada
De quem sempre deu as cartas
Crupiê melindre
Mágico mandraque
Amigo de araque
Gato de madrugada virando a lata do lixo
Botando os bigodes em todos os cantos
Ajoelhando-se para todos os santos
Na música dos solitários
Sou maestro da orquestra
Não tire o que me resta
Lágrimas, suor ou pão
O carteado agora está na minha mão
Lanço-o às estrelas no céu silencioso
Lembro das horas barulhentas
Guardo algumas risadas
Tomo novamente o rumo na estrada
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