Ao que tem olhos de um azul profundo
Ao que mesmo em luto de mãe sorri
Ao que veleja
Ao que planta árvores
Ao que não toma mate
Ao que chora, vendo jovens cantores no palco
Ao que nasceu em 66
Ao que tem medo de escuro
E aquele que não confia nas máquinas fotográficas
A todos esses deixo um poema
Escondido na noite chuvosa
Daquele dia de prosa
Ao que mesmo em luto de mãe sorri
Ao que veleja
Ao que planta árvores
Ao que não toma mate
Ao que chora, vendo jovens cantores no palco
Ao que nasceu em 66
Ao que tem medo de escuro
E aquele que não confia nas máquinas fotográficas
A todos esses deixo um poema
Escondido na noite chuvosa
Daquele dia de prosa
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