Você me pareceu alforria
Depois percebi dicotomia
Se o homem é santo
Porque te compra um manto
Viu nos seus olhos o brilho de animal
Que lhe causou o mais puro metal
Diz que não gosta de botas
E mesmo assim as usa lustradas
Não economizando as alvoradas
Com quem não te da valor
Pois mostra na mão estendida teus sonhos
Segurando com a outra mão sua cabeça
Tão evidente
E olha meu bem
Não sou vidente
Mas sei que dividido em dois você se vê
Assiste a tv olhando para a montanha
Com as injustiças já não se assombra
Se escolhe mal teu caminho
Deixando por onde passa
O que realmente te importa
Quero que a minha boca fique torta
E morra o meu mais querido passarinho
Se você não é o pensador
E o outro o que te rouba pensamentos
Sem olhar para os pés
Estas atado ao cimento
Da liberdade comprada
Então se deite e se lambuze
Do que escolheu pra si
E seu um dia com pena
Lembrar de alguma pequena
Lembre daquela
Que escreve poemas pra ti
Depois percebi dicotomia
Se o homem é santo
Porque te compra um manto
Viu nos seus olhos o brilho de animal
Que lhe causou o mais puro metal
Diz que não gosta de botas
E mesmo assim as usa lustradas
Não economizando as alvoradas
Com quem não te da valor
Pois mostra na mão estendida teus sonhos
Segurando com a outra mão sua cabeça
Tão evidente
E olha meu bem
Não sou vidente
Mas sei que dividido em dois você se vê
Assiste a tv olhando para a montanha
Com as injustiças já não se assombra
Se escolhe mal teu caminho
Deixando por onde passa
O que realmente te importa
Quero que a minha boca fique torta
E morra o meu mais querido passarinho
Se você não é o pensador
E o outro o que te rouba pensamentos
Sem olhar para os pés
Estas atado ao cimento
Da liberdade comprada
Então se deite e se lambuze
Do que escolheu pra si
E seu um dia com pena
Lembrar de alguma pequena
Lembre daquela
Que escreve poemas pra ti
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