Teus santos na escuridão
Lágrimas pra um batalhão
Contente insubordinado
Tenente cansado
Não sabe o que leva no peito
Trata a vida com respeito
Na grande montanha esconde
Parece alegre e sonha
Ainda com medo das crianças
Que olham assustadas aquelas heranças
De velhas tribos de vikings
Do povo do norte que teve no sul
Viajante horizontal
Tantas coisas que seus olhos vêem
Quantas coisas pra escrever
Da cabeça de cheia idéias
Da casa pequena de espaço
Do que ainda é desconhecido e me soa como vácuo
Que tela vai te ler?
Que luz você vai querer?
Quem fala primeiro?
Que hora ou inteiro?
Ainda aprendo de ti
Não pode ser elefante
Com jeito de colibri
Ainda há tempo
Ainda atento
Lágrimas pra um batalhão
Contente insubordinado
Tenente cansado
Não sabe o que leva no peito
Trata a vida com respeito
Na grande montanha esconde
Parece alegre e sonha
Ainda com medo das crianças
Que olham assustadas aquelas heranças
De velhas tribos de vikings
Do povo do norte que teve no sul
Viajante horizontal
Tantas coisas que seus olhos vêem
Quantas coisas pra escrever
Da cabeça de cheia idéias
Da casa pequena de espaço
Do que ainda é desconhecido e me soa como vácuo
Que tela vai te ler?
Que luz você vai querer?
Quem fala primeiro?
Que hora ou inteiro?
Ainda aprendo de ti
Não pode ser elefante
Com jeito de colibri
Ainda há tempo
Ainda atento
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