Tirei o baralho De quem sempre deu as cartas Crupiê melindre Mágico mandraque Amigo de araque Gato de madrugada virando a lata do lixo Botando os bigodes em todos os cantos Ajoelhando-se para todos os santos Na música dos solitários Sou maestro da orquestra Não tire o que me resta Lágrimas, suor ou pão O carteado agora está na minha mão Lanço-o às estrelas no céu silencioso Lembro das horas barulhentas Guardo algumas risadas Tomo novamente o rumo na estrada
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