Entre uniões geológicas encontro nuances incondicionais e oníricas.



O relato de um náufrago, ninguém escreve ao coronel. 
O veneno da madrugada, são seus olhos de cão azul. 
Nos seus textos do Caribe, me sinto um general em seu labirinto. 
De nós, só terão notícias de um sequestro e nossos doze contos peregrinos. 
E viver pra contar. 
Te dou meu amor nos tempos do cólera. 
Até que se finalize o outono do patriarca. 
Não te falo só de amor e outros demônios. 
Te falo da crônica de uma morte anunciada. 
Dos meus cem anos de solidão. 

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