A bailarina que ninguém assiste,
tem os olhos náufragos no mar de gente.
A cortina aberta, em ondas de pano,
lhe causa terror e espanto.
Se olhar com cautela, verá um grampo
que escapa do penteado.
Lá em baixo enroscado, fazendo escorregar
as sapatilhas.
Tem no seu lábio um pequeno sorriso,
fingindo alegria e doçura.
Mas as luzes da ribalta denunciam,
sentimentos escuros e febris.
Dança pra renascer, o que ninguém viu.
É só a ponta desse grande paviu.
tem os olhos náufragos no mar de gente.
A cortina aberta, em ondas de pano,
lhe causa terror e espanto.
Se olhar com cautela, verá um grampo
que escapa do penteado.
Lá em baixo enroscado, fazendo escorregar
as sapatilhas.
Tem no seu lábio um pequeno sorriso,
fingindo alegria e doçura.
Mas as luzes da ribalta denunciam,
sentimentos escuros e febris.
Dança pra renascer, o que ninguém viu.
É só a ponta desse grande paviu.
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