Vou escrever na noite em que não vieste.

Insana e terrestre.

Inspiração vou lançar.

Falácias pro mundo vou dar.

Santificado cérebro a funcionar.

Na noite em que não vais ligar.

Sinto, sofro, me esperam na platéia.

Um instantâneo conterrâneo, nessa noite vai soltar:

-Palmas!

-Um grito!

Encher de som a sala vazia.

Que falta com meu olhar.

Platéia lotada não é o bastante.

A falta pesa como pata de elefante

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