Abrindo a porta
Vai encontrar ainda posta
A mesa a te esperar
Poderá não perceber
Arrastado pela corrente diurna
Será a mesma taça
ainda colocada
Teus olhos preguiçosos
despercebem
Quem deitou a boca no cristal
Quando tempos ficou
Afastado do teu banquete
Sem medo dos cães famintos
Que espreitam tua orla
Então senta e se lambuza
Do teu próprio esquecimento
Acredita que nada por ali mudou
Nem sonha que a madeira da cadeira
Um pouco se entortou
Sem o teu peso vergou
Vai encontrar ainda posta
A mesa a te esperar
Poderá não perceber
Arrastado pela corrente diurna
Será a mesma taça
ainda colocada
Teus olhos preguiçosos
despercebem
Quem deitou a boca no cristal
Quando tempos ficou
Afastado do teu banquete
Sem medo dos cães famintos
Que espreitam tua orla
Então senta e se lambuza
Do teu próprio esquecimento
Acredita que nada por ali mudou
Nem sonha que a madeira da cadeira
Um pouco se entortou
Sem o teu peso vergou
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