Quase não consigo chegar, com o pneu do carro no chão.
-Um prego! Exclama o senhor do conserto.
Tantos dias calibrando o pneu e ele voltando a murchar.
Seria este o infeliz instrumento, este prego a me torturar?
Mas ao tirá-lo olha, para o pequeno objeto, que me entrega em mão
junto com o brilho em seus olhos.
Vendo aquele pedaço de metal que tanto bem o tem feito.
Como se fosse uma jóia. A lhe trazer o pão de comer todos os dias.
O bem e o mal de um prego,
como são todas as coisas.
Volto pra casa mansa de saber o mundo, levando na bolsa aquele
pequeno tesouro, pra me lembrar sempre disso.
-Um prego! Exclama o senhor do conserto.
Tantos dias calibrando o pneu e ele voltando a murchar.
Seria este o infeliz instrumento, este prego a me torturar?
Mas ao tirá-lo olha, para o pequeno objeto, que me entrega em mão
junto com o brilho em seus olhos.
Vendo aquele pedaço de metal que tanto bem o tem feito.
Como se fosse uma jóia. A lhe trazer o pão de comer todos os dias.
O bem e o mal de um prego,
como são todas as coisas.
Volto pra casa mansa de saber o mundo, levando na bolsa aquele
pequeno tesouro, pra me lembrar sempre disso.
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