Fiquei fazendo a conta 150 dias de ronda Pé que soltou do chão Veneno na imensidão Vela que apagou Ainda olho pra ver acesa E num sonho Que tristeza Você aparece só a boca Não diz Não deixa Nem rastro na areia Acordo com uma gotinha Do teu amor na minha veia
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Mostrando postagens de julho, 2014
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Teus santos na escuridão Lágrimas pra um batalhão Contente insubordinado Tenente cansado Não sabe o que leva no peito Trata a vida com respeito Na grande montanha esconde Parece alegre e sonha Ainda com medo das crianças Que olham assustadas aquelas heranças De velhas tribos de vikings Do povo do norte que teve no sul Viajante horizontal Tantas coisas que seus olhos vêem Quantas coisas pra escrever Da cabeça de cheia idéias Da casa pequena de espaço Do que ainda é desconhecido e me soa como vácuo Que tela vai te ler? Que luz você vai querer? Quem fala primeiro? Que hora ou inteiro? Ainda aprendo de ti Não pode ser elefante Com jeito de colibri Ainda há tempo Ainda atento