Esperar o que não vem Ter as malas Sem o trem Passageira estrangeira Cabelo com poeira Correio vazio Silêncio bate na porta Olho pro céu e não vejo Dentro de mim eu desejo Por fora, quem vê não repara Uma disfarçada quimera, quisera mel pra rimar nossa canção Própolis seria remédio pra traição
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Mostrando postagens de maio, 2013
Eu sendo ela
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Te deixarei sozinho na cidade luz Se isso te seduz Vou usar do papel verde sem você por perto Encontrarás sossego no deserto Camas separadas Ventre ao meio Não sei de onde você veio Desculpa pra dizer o que se quis Ainda não manda no próprio nariz Palhaço acrobata Beijo de telepata Decida sua vida Viúva de marido vivo Enterrado em caixão de vidro Com vista panorâmica para o céu. Acaba aqui nossa boda de papel.
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Isso. Me decepcione. Pra que eu esqueça o timbre da tua voz. Pra que eu lembre a cada linha lida que não sou eu que lido com a sua linha. Me decepcione pra que eu lembre que comigo não é papel passado. Comigo é papel amassado. Nem papel é. Virtual na fé. E mail mentira. Não chega a pedrada que segurei ontem na cabeça. Insisto em ter um replay hoje , não me apeteço. Mas tudo tem seu preço. Diz que balança e não foi pro meu lado. Quem quis um amor imaculado? Me decepcione. Arranque seu sorriso fácil da minha fotografia. Arranque dos seus planos a sua alforria. De terno continua uma quinquilharia. Quero mas não devo. Mente luta com coração. Esse amor de cão. Obrigada. Abro mão.
Entre uniões geológicas encontro nuances incondicionais e oníricas.
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O relato de um náufrago, ninguém escreve ao coronel. O veneno da madrugada, são seus olhos de cão azul. Nos seus textos do Caribe, me sinto um general em seu labirinto. De nós, só terão notícias de um sequestro e nossos doze contos peregrinos. E viver pra contar. Te dou meu amor nos tempos do cólera. Até que se finalize o outono do patriarca. Não te falo só de amor e outros demônios. Te falo da crônica de uma morte anunciada. Dos meus cem anos de solidão.